Como já se esperava, o principal assunto na sessão de hoje, na Câmara Municipal, foi o veto do presidente Michel Temer às medidas provisórias que tem grande impacto nesta região.
O veto da MP 758 foi parcial, a que afetava diretamente a Reserva Garimpeira e a Brasauro, como registraram os vereadores Peninha e Davi Salomão. Do mesmo partido do presidente, o PMDB, Peninha não poupou críticas ao mandatário máximo da nação, afirmando que ele se curvou sob a pressão dos ambientalistas, principalmente, os do Greenpeace e WWF.
O veto da MP 758 foi parcial, a que afetava diretamente a Reserva Garimpeira e a Brasauro, como registraram os vereadores Peninha e Davi Salomão. Do mesmo partido do presidente, o PMDB, Peninha não poupou críticas ao mandatário máximo da nação, afirmando que ele se curvou sob a pressão dos ambientalistas, principalmente, os do Greenpeace e WWF.
O presidente mostrou fraqueza, disse o edil, que pediu que a Câmara mande para o ministro do meio ambiente, Sarney Filho, uma nota de repúdio pela pressão que ele fez junto com os ambientalistas para que o presidente vetasse em vez de sancionar as MPs.
Vereador Davi Salomão: “O homem é fraco; cedeu à pressão. Não conhece a nossa realidade. Para esse povo, nós não valemos nada. O que vale para eles é mato e bicho” desabafou Peninha. Davi Salomão passou algumas informações, da tribuna, que dão tranquilidade aos garimpeiros de Itaituba, mas, nem por isso se pode ignorar a situação do povo de Novo Progresso, cuja PM 756 foi integralmente vetada.
Davi disse que a área do projeto da Brasauro, o Tocantinzinho, ficou livre, assim como a Reserva Aurífera do Tapajós. É preciso esperar, disse ele, que técnicos especializados definam as leituras das coordenadas geográficas para se saber, exatamente, o que de fato, ficou de fora e o que foi afetado pela MP 758.
Fonte: Jota Parente

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