Embarcação com 180 passageiros foi alvo de assaltantes nesta sexta-feira, 10. Os bandidos tiveram apoio externo. Cinco suspeitos foram presos.
Assaltantes são presos após fazerem reféns em embarcação no Pará. (Foto: Ascom / Graesp)
Quase 150 celulares e aproximadamente R$20 mil foram recuperados pela Polícia, após um assalto em uma embarcação que saiu de Ponta de Pedras, na ilha do Marajó, nesta sexta-feira (10). Três criminosos fizeram reféns funcionários, passageiros e até dois policiais civis, que estavam a bordo. Um dos policiais teve a arma roubada. O trio teve apoio de outros dois suspeitos e os cinco foram presos. A embarcação tinha 180 passageiros e saiu por volta das 6h com destino a Belém. Quinze minutos após a saída, os criminosos anunciaram o assalto que durou cerca de duas horas. Segundo a Polícia, uma das vítimas ficou escondida no banheiro e acionou a PM.

Os bandidos tentaram fugir, mas foram alcançados pelos Grupamentos Fluvial e Aéreo da PM. Os cinco suspeitos foram apresentados na Delegacia Fluvial, onde foram autuados em flagrante. As vítimas estiveram na delegacia para recuperar pertences, entre eles celulares, relógios, objetos pessoais e de valor. Testemunhas disseram que foram duas horas de terror. Segundo os relatos, alguns passageiros foram agredidos e houve pelo menos três disparos de arma de fogo. No barco, a Polícia encontrou marcas de tiro e de sangue, além de objetos espalhados.

Segundo o delegado Arthur Braga, entre os presos está um homem suspeito de liderar quadrilha especializada em assaltos a embarcações, principalmente na Baía do Marajó. "Ele é um criminoso de extrema periculosidade, conhecido por praticar latrocínios na região", explicou Braga sobre o líder da quadrilha. Braga disse ainda que ele já tinha sido preso em 2017 e estava foragido da Justiça. Além disso, o delegado disse que um outro suspeito já tinha mandado de prisão e era procurado pela Polícia.

O subcomandante do Grupamento Fluvial da PM, Adriano Dantas, disse que a arma roubada do policial civil ainda não foi localizada. Segundo Dantas, um inquérito deve ser iniciado para investigar o caso. O policial também reforçou que denúncias de crimes devem ser feitas pelo Disque-Denúncia, no 181.

Fonte: G1-PA


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