Uma operação conjunta entre as Polícias Civil e Militar de Marabá prendeu em flagrante o indivíduo Ronivon Moura Eleotério. Ele havia acabado de cometer um assalto na Estrada do Rio Preto e se escondeu no Novo Progresso (Núcleo São Félix), mas foi descoberto. E quando os policiais “puxaram a ficha” do indivíduo descobriram que ele havia sido condenado há 17 anos de reclusão pelo assassinato do delegado André Albuquerque (crime ocorrido em outubro de 2010), e atualmente, estava foragido do sistema penitenciário.

O roubo do qual Roni é acusado aconteceu nas proximidades da vila Santa Fé, onde ele e um comparsa assaltaram um empresário subtraindo a quantia de R$ 7 mil, além de joias e aparelhos celulares. As informações foram repassadas pelo delegado Márcio Maio, que estava de plantão e autuou o acusado em flagrante.
De acordo com o relato dos policiais que prenderam o acusado, após receber informações sobre o assalto e as características dos assaltantes, eles começaram a seguir as pistas que foram dadas por populares ao longo da estrada do Rio Preto, até chegar à conclusão de que pelo menos um dos bandidos tinha fugido na direção do São Félix.

Em uma rua perto da agência do Banpará, os militares localizaram Roni na casa da namorada dele. Embaixo do colchão da cama onde o acusado estava deitado foi encontrada a quantia de R$ 3,7 mil (um pouco mais da metade do valor roubado), além de um celular e joias subtraídas do empresário no assalto.

Agora, com a prisão, Roni terá de cumprir o restante da pena. A primeira prisão de Ronivon, também conhecido como “Roni” e “Babydol”, aconteceu em dezembro de 2010 (dois meses depois do crime). Ele foi capturado em Araguaína (TO).
(Delegado André Nunes que foi assassinado) 

Além de Roni Eleotério, também foi condenado pelo assassinato do delegado André Nunes Albuquerque o indivíduo Joel Bispo de Sousa. O crime aconteceu em 3 de outubro de 2010, durante uma ação policial em um bairro afastado do centro de Parauapebas. Na ocasião, André Albuquerque, que era diretor da 20ª Seccional da Polícia Civil, foi morto a tiros por bandidos. Na época, quatro pessoas foram acusas por assassinato, uma está foragida e três foram presas.

Fonte: Correio Carajás

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