Com objetivo de promover o aprimoramento da assistência da equipe multiprofissional do Hospital Regional do Tapajós (HRT), na manhã desta terça-feira, (18) foi realizado um treinamento prático sobre a rotina avançada e a sistematização da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e Centro Cirúrgico. 

O treinamento foi organizado pela supervisora de fisioterapia da UTI 1, Djúlia Sena, e ministrado pelas equipes de engenharia clínica, nutricionistas e pelo coordenador do Centro Cirúrgico,  Herickson Lee, enfermeiro pós-graduado pelo Hospital Albert Einstein.

Segundo Herickson, em um Centro Cirúrgico e também em uma UTI a presença de uma equipe multiprofissional é fundamental. “Ninguém trabalha só, todo mundo deve se interligar para que a execução de um trabalho em equipe aconteça”, disse. Ainda de acordo com o enfermeiro, é de suma importância que exista o espírito de equipe, o respeito mútuo entre os integrantes que vão desempenhar harmonicamente o seu papel em sua área de responsabilidade, através da união de conhecimentos, habilidades e experiências em uma rotina de diferentes setores.

O treinamento também teve como objetivo a discussão das principais dúvidas, problemas e dificuldades das rotinas intra-hospitalar vivenciadas pelos profissionais que estão ativos em suas funções, relacionados a utilização e manuseios de equipamentos, processo e protocolo nutricional para melhor assistência aos pacientes.

Para Sabrina Coli, enfermeira assistencial do Centro Cirúrgico, as orientações repassadas no treinamento ajudaram a esclarecer dúvidas sobre esses processos.  “Foi muito importante participar desse treinamento porque o enfoque foi na assistência ao paciente, visando o atendimento humanizado. É sempre bom participarmos desses eventos, para que assim todos os setores sejam sistematizados”, destacou.  


Particularidades: Os dois ambientes hospitalares têm como objetivo comum a recuperação do paciente em tempo hábil, onde a particularidade de cada membro da equipe que ali trabalha está orientada para o aproveitamento das facilidades técnicas existentes aliadas a um bom relacionamento humano. Nesse sentido, as atividades multiprofissionais se tornam indispensáveis, uma vez que cada um possui tarefas específicas dentro desse ambiente. Para atingir esses objetivos, é necessário que o profissional obtenha conhecimentos em tecnologia, recursos humanos e gestão, assuntos bastante abordados nas grades de cursos de graduação e pós-graduação.

Centro Cirúrgico: O Centro Cirúrgico é um setor restrito da instituição hospitalar, composto por diversas áreas que buscam desenvolver condições adequadas para a realização de procedimentos anestésicos e cirúrgicos e que atende diretamente o paciente que tenha necessidade de uma atenção cirúrgica.

Segundo Herickson, o Centro Cirúrgico será de grande valia para Itaituba e região. Nessa área, assim como na UTI, a dinâmica de trabalho deve ocorrer de forma fluida, multi e interdisciplinar. Ou seja, é essencial que permaneça uma integração entre os profissionais que trabalham no Centro Cirúrgico para que todas as exigências sejam realizadas. Visando sempre para garantir a segurança e o bem-estar dos pacientes antes, durante e após a realização de procedimentos cirúrgicos.

UTI: Da mesma forma, a UTI é a área hospitalar reservada para a assistência de pacientes críticos e casos de alta complexidade que necessitam de observação e suporte contínuo. Por ser um ambiente tão importante, requer o trabalho de profissionais efetivamente preparados para lidar com as situações mais adversas. Diferentemente do que muitos pensam, a UTI não é necessariamente um local que lida apenas com pacientes terminais. É claro que equipes multiprofissionais devem estar preparadas para lidar com fatalidades, mas, essa é uma área hospitalar na qual profissionais implementam um suporte avançado de vida, onde todos os recursos e tecnologias estão disponíveis para que o paciente tenha a chance de se recuperar o mais rápido possível, mesmo em quadros mais críticos. “Tanto o Centro Cirúrgico como a UTI são fundamentais para que o paciente sobreviva em situações de risco e que saia de uma maneira positiva de dentro dessas áreas hospitalares”, completou Herickson.

FONTE: ASCOM HRT
Douglas Gomes
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