Em março e abril, o índice de feminicídios cresceu 22,2%, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Já as chamadas para o número 180 tiveram aumento de 34% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço do governo federal.

Para combater essa prática sofrida por diversas mulheres dentro de casa durante o período de pandemia da Covid-19, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com várias entidades, apresentam a campanha “Sinal vermelho contra a violência doméstica”. A ação proporcionará às vítimas de violência doméstica uma nova forma de denúncia, de maneira silenciosa e discreta, a partir desta quarta-feira (10).

Para denunciar, basta desenhar um “X” na mão e exibi-lo ao funcionário de alguma farmácia. Em seguida, os profissionais acionam a polícia, para atendimento da mulher.  Balconistas e farmacêuticos não serão conduzidos à delegacia e nem, necessariamente, chamados a testemunhar.

Até o momento, mais de 10 mil farmácias em todo o país participam da iniciativa como agentes de comunicação contra a violência doméstica. A empresa interessada deve assinar digitalmente o termo de adesão da campanha, em formato de foto, e enviar para o e-mail sinalvermelho@amb.com.br.

No endereço www.amb.com.br/sinalvermelho, estão disponíveis as cartilhas voltadas às mulheres vítimas de violência doméstica e às farmácias, além do termo de adesão.  Participe e siga o instagram  @campanhasinalvermelho!

No Pará, a Associação dos Magistrados do Estado do Pará (AMEPA) e o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) estão entre as organizações apoiadoras da iniciativa. “Com a Campanha Sinal Vermelho, queremos unir forças com a sociedade para o enfrentamento do crime de violência doméstica, que lamentavelmente tem se agravado com a pandemia do novo coronavírus e a necessidade de distanciamento e isolamento social. Entendemos que garantir que a vítima tenha opções seguras e eficazes para fazer a denúncia é tão importante quanto conscientizar a sociedade sobre este problema. E é exatamente nesses pontos que a campanha pode ajudar”, destacou o presidente da AMEPA, Adriano Seduvim.

(Com informações da AMB)

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