Passageiros da Passaredo Linhas Aéreas, que saíram de Itaituba nesta quarta-feira (02), com destino à Manaus, procuraram o Giro para relatar que estão sofrendo com descaso advindo da empresa de transporte aéreo. Vale ressaltar que, recentemente, ocorreu fato semelhante envolvendo a mesma organização. Segundo uma passageira, o voo teria saído de Itaituba já com atraso de 1h30 e nada foi avisado para os passageiros a respeito do fato. Porém, após questionarem para os comissários de bordo foram avisados de que a Agência Nacional de Aviação Comercial (Anac) estava fiscalizando a aeronave e que a liberou para voo mesmo apresentando problema.
Como o voo tinha escala em Parintins, a aeronave pousou, e outros passageiros que já aguardavam o avião embarcaram. De acordo com a informante, todos ficaram cerca de 30 minutos dentro da aeronave espareando a decolagem, "dentro do avião quente, abafado", comentou. Os passageiros só saíram do avião depois que uma mulher teria tomado iniciativa e começado a falar. "porque se fosse por conta deles a gente ficava lá. Tinha criança, idoso, até cachorro, dois cachorros. Eles não dão nenhuma assistência para a gente", disse.
Outra problemática apresentada é a falta de comunicação no aeroporto de Parintins, pois, conforme informado, no local não há algum tipo de comunicação, logo que não pega nenhum tipo de rede de operadores de telefonia, e os passageiros precisaram ficar no meio da rua para conseguir se comunicar com algum familiar. Além disso, a empresa de aviação teria se negado a disponibilizar os custos com hospedagem em hotel, alimentação e transporte, afirmando que não tinham como bancar para todos. Mas como haviam pessoas sem condições para arcar com essas despesas, os passageiros começaram a reclamar e, só então, resolveram disponibilizar a assistência para todos, prestando conta com tudo.
 
"Tiraram a gente do hotel às 6h da manhã, nem tomamos café, porque falaram que 8h30 o voo ia sair daqui de Parintins. Aí deu 8h30, os comissários de bordo vieram informar que havia problema meteorológico, que o tempo estava muito fechado em Manaus. Só que quando a gente ia pedir informação com algum piloto da companhia aérea eles falavam que era problema em Manaus, que não estava tendo nenhum pouso em Manaus, o aeroporto estava fechado", relatou. A informante disse ainda que nesta quinta-feira (03), após saírem do hotel retornaram para o aeroporto, onde ficaram até as 12h. Neste intervalo, os passageiros se viram obrigados a invadir a sala do piloto para que pudessem receber informações. A passageira relata:
 
"só recebemos algumas informações porque invadimos a sala do piloto, porque todas as vezes que a gente ia pedir informação eles não davam, eles se escondiam. Quando a gente entrou na sala para pedir informação eles estavam fugindo, porque uma senhora fechou a porta. O cara da Anac disse que não tinha nada a ver com isso, isso não tem condição, porque ele que fiscaliza, ele quis fugir da situação!"

Devido a invasão a empresa chegou a acionar a polícia para contar os passageiros. "Para tudo o que é perguntado eles afirmam "estamos esperando a central para poder tomar iniciativa". Não tem previsão alguma de que horas vamos sair daqui, eles querem que a gente vá na aeronave com defeito, com problema. Todos nós que estávamos no voo batendo o pé e falamos que não vamos nessa aeronave. Estamos esperando fazer a liberação para mandarem outra aeronave". 

Eles não sabem quando vai chegar a peça, quando vão arrumar o avião e eles falaram que não podem contratar outra empresa para fazer esse voo de Parintins à Manaus para levar a gente. (...) Ficamos das 6h30 até o meio dia no aeroporto a "Deus Dará", só trouxeram a gente para o hotel porque brigamos", relatou a passageira.

Outra passageira disse: "Pessoas com compromisso perderam tudo e eles ficaram a manhã toda falando que a culpa era do aeroporto de Manaus que estava interditado, sem condições para pouso devido más condições do tempo, ligamos e descobrimos que não era nada disso, o aeroporto estava liberado. Foram tantas mentiras. Os funcionários fugiam da gente, não davam satisfações. Colocaram nós em um hotel novamente já era 13h, nem água eles ofereceram".

Fonte: Portal Giro


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