“Eu raciocinei que não adiantava tirar o cachorro da boca da serpente e deixar na mesma situação de rua. Essa foi a melhor opção, tem espaço na casa, temos outros dois cachorros, falei com a minha esposa, contei a história dela ter voltado da morte e resolvi adotar”, disse ainda o sargento.
O 53° Batalhão de Infantaria de Selva ressaltou, ainda, que os militares atuaram de maneira rápida, precisa e eficiente, adotando medidas imediatas de salvamento da cadela. A ação foi conduzida de forma cautelosa e técnica, sem prejuízo à integridade do animal silvestre.
Considerando a legislação ambiental vigente e as competências legais relativas aos procedimentos a serem adotados — especialmente no que se refere à destinação, manejo, soltura em habitat apropriado ou eventual recolhimento do animal por órgão competente —, o Comando do 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS) solicitou apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para as providências cabíveis.
Capacitação em ofidismo
Os militares que servem no ambiente amazônico possuem o treinamento de ofidismo como capacitação para atuar no ambiente de selva. A preparação faz parte do Estágio de Adaptação à Vida na Selva (EAVS) e do Curso de Operações na Selva (COS) e permite aos combatentes terem o conhecimento sobre serpentes peçonhentas, a identificação dessas serpentes e os primeiros socorros às vítimas, garantindo a segurança dos militares em um ambiente de selva e alto risco.
Fonte: Roma News


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