Muito abalada, servidora afirma que irá acionar o ministério público e pretende registrar um B.O na delegacia por assédio moral.
Informações sobre a discussão entre a servidora pública concursada Edinalva Rodrigues de Sousa e o prefeito Valmir Climaco, ocorrida na tarde desta sexta-feira (29), foi o assunto mais comentado da última noite em grupos de whatsapp. Horas antes, no final da tarde, o Giro já havia conversado com a mulher, onde ela relatou exatamente o que aconteceu.

Edinalva tem 41 anos, 9 deles dedicados aos trabalhos como técnica em enfermagem na prefeitura de Itaituba, atualmente como socorrista do SAMU. Ela, ainda muito abalada após ter chorado bastante, disse que nunca passou por situação semelhante, onde, segundo ela, foi penalizada pelo fato de falar a verdade. “Às 11h20 recebemos uma ligação da SEMDAS solicitando a ambulância, eu disse pra eles que uma de nossas ambulâncias estava quebrada e a outra sem combustível, pedi pra ela ligar para o corpo de bombeiros que eles iriam atender a ocorrência.” disse Edinalva, afirmando que este curto diálogo teria provocado todo o problema.

Ela segue relatando que pouco tempo depois da conversa o secretário de saúde, Iamax Prado, e o prefeito, Valmir Climaco, chegaram na unidade do SAMU. “O prefeito já foi me indagando referente se eu tinha atendido o telefone e por que eu tinha passado essa informação que não tinha combustível e nossa VTR tava quebrada. Eu falei pra ele que não podia dizer pra senhora que eu não ia atender, foi por isso que justifiquei o problema. Ele foi logo mandando eu calar a boca, dizendo que eu não podia ter feito isso, que ele era o prefeito e quem mandava era ele.” afirma.

Ainda segundo Edinalva, Valmir disse que iria demitir toda a equipe. “Ele disse pro secretário demitir a equipe, transferir, fazer qualquer coisa. Ele me Humilhou! eu só respondi ele pra me defender.” ressalta

Poucas horas após a discussão, a profissional recebeu um memorando informando a sua transferência do SAMU para uma unidade básica de saúde. “Eu só quero perguntar para o prefeito o por quê dessa transferência, será que foi pelo fato de ter dito a verdade? ou por quê respondi ele a altura? aliás, respondi não, me defendi. Agora eu tô aqui com o meu memorando me sentindo humilhada.” questiona.

A socorrista diz ainda que não tem problema nenhum em trabalhar em outro setor, desde que não seja por uma coisa que não está devendo. “Eu não tenho culpa se não tinha combustível, ou se houve um erro de comunicação entre as coordenações.” finaliza

A socorrista também disse que irá acionar o ministério público e também pretende registrar um boletim de ocorrência na delegacia por assédio moral.

O Giro encontrou em contato com o secretário de saúde Iamax Prado, que informou apenas que os fatos estão sendo apurados.

Fonte: Portal Giro

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