Em apenas um dia, 33 envolvidos em crimes foram presos pela Polícia Civil do Pará nesta sexta-feira (28), durante a Operação Hárpia, deflagrada na Região Metropolitana de Belém.
No total, 120 policiais civis e militares saíram às ruas para cumprir mandados de prisão de foragidos de Justiça. No final da manhã, as informações sobre a operação foram repassadas em uma coletiva de imprensa, na sede da Delegacia-Geral de Polícia Civil. Presidida pelo delegado-geral Alberto Teixeira, a coletiva contou com a participação dos diretores de Polícia Metropolitana, delegado Marco Antônio Duarte; de Polícia Especializada, delegado Sérvulo Cabral; de Polícia do Interior, delegado José Humberto Melo, e da diretora de Atendimento a Grupos Vulneráveis, delegada Priscila Morgado.

A operação começou às 06 h, após reunião com as 33 equipes policiais na Delegacia-Geral, da qual participou Alberto Teixeira. Ele reforçou o empenho de todos os policiais civis para o êxito da operação. Conforme o delegado Marco Antonio Duarte, o objetivo principal da operação é retirar das ruas pessoas envolvidas em crimes e garantir tranquilidade e segurança durante o período de Carnaval.

Após a reunião, as equipes policiais saíram às ruas para localizar os endereços de foragidos em Belém e nas cidades de Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará. Após as prisões, os acusados foram conduzidos inicialmente às delegacias, e em seguida à Delegacia-Geral, para exames de corpo de delito.

Balanço - Durante a coletiva, o delegado-geral Alberto Teixeira fez um balanço das prisões e operações realizadas nos dois primeiros meses do ano pelas Diretorias Operacionais da Polícia Civil. Em todo o Estado, o número de prisões dobrou de forma significativa em relação ao ano passado. Em janeiro e fevereiro foram realizadas 1.339 prisões e 534 operações. Alberto Teixeira destacou as de cumprimento de mandados de prisões, resultado do trabalho da Polícia Judiciária e demais instituições de Segurança do Estado.

Entre as operações, o delegado-geral destacou a operação realizada na quarta-feira (27), em parceria com a Diretoria de Polícia Especializada (DPE), Grupo de Pronto-Emprego (GPE) e Delegacia de Polícia Fluvial (DPFlu), para cumprir mandados de prisão expedidos pela 1ª Vara de Inquéritos Policiais de Belém, para prender envolvidos na morte do cinegrafista Francisco Haroldo Lameira do Carmo, que era assessor do vereador de Belém Silvano Oliveira, conhecido como Sargento Silvano. Durante a operação foi preso o acusado do crime, Moisés Freitas Ramos, que também se apresenta como Emerson Freitas Gomes, apelidado de Munra ou Killer. O outro envolvido no crime, Gabriel Freitas Ramos, continua foragido. 

No momento da abordagem a uma casa, dois homens suspeitos que estavam escondidos no local atiraram em direção aos policiais civis, provocando uma troca de tiros. Os dois foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.

Em outra operação, realizada em Barcarena, também na quarta-feira, houve troca de tiros entre policiais civis e o foragido Renato Dias Pereira, de apelido "Renato Rex", no distrito de Vila dos Cabanos. Ele foi baleado e socorrido, mas também morreu. No local foi apreendida uma arma de fogo, identificada como a arma usada na morte de um policial militar na região.

Por Walrimar Santos
Policia Civil 

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