O deputado federal Joaquim Passarinho foi levado pelo vereador Wescley Tomaz para conhecer alguns garimpos.
Esteve na região do Crepurizão, Crepurizinho e Água Branca entre outros. Isso fez com que ele passasse a falar com propriedade do assunto, diferente de outros deputados, até mesmo do Pará, que não fazem a menor ideia do que é o garimpo. Ele disse ao blog e ao Jornal do Comércio, que a hora é agora, de avançar. “Não digo que seja todo mundo que está apoiando esse movimento de legalização, pois sempre há posições contrárias, mas, é importante a gente entender, que o que mais degrada, o que mais polui, primeiro é a pobreza e segundo, a falta de legalidade.

Se nós conseguirmos fazer a legalização das áreas, tudo melhora para todos, inclusive para os índios. A legalidade traz garantia jurídica, traz tranquilidade, traz recurso público, traz serviços públicos, então, nós precisamos trabalhar na legalização. Para isso, nós precisamos ter agilidade do poder público, definições de áreas e metodologias de trabalho”, disse ele.

Blog do JP – De parte do governo federal existe boa vontade?
          
Dep. Joaquim Passarinho – Existe. Primeiro, devemos fazer uma força tarefa junto com a Agência Nacional de Mineração, temos que fortalecer a ANM na região, precisamos definir quais são as áreas que hoje podem ter garimpos aqui na região, de acordo com a legislação, ver o passivo que nós temos mais de dez mil PLGs paradas, tem muitas áreas aqui que estão cedidas a empresas que não fazem nada, fazem estoque de terra para posterior trabalho, dando um prazo para que isso aconteça e fazer ofertas públicas de áreas para os garimpeiros, as cooperativas e empresas possam se habilitar de maneira legal, cobrar impostos e fazer a riqueza girar na região.

Blog do JP – Essa atividade ainda é muito mal compreendida, deputado...
          
Dep. Joaquim Passarinho – Com certeza. Primeiro, temos que entender que garimpeiro não é bandido, mas, tem coisas erradas, porque tem gente errada, inclusive na política. Em todo lugar tem aqueles que fazem a coisa correta, mas, tem os que só querem se aproveitar. No garimpo não é diferente. A grande maioria é composta de trabalhadores, que estão na ilegalidade é por falta do poder público lhe condições de se legalizar. Se nós pudermos fazer isso, aí, quem for para ilegalidade terá que enfrentar os rigores da lei.


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