Em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (27), em Santarém, oeste do Pará, para atualizar sobre o real quadro clínico do policial civil Euler de Souza Rego, atingido por um tiro na cabeça, sábado (25) durante uma tentativa de homicídio, o neurocirurgião Dr. João Fabrício Palheta disse que se o investigador não tivesse sido atendido com rapidez, ele não teria resistido ao ferimento.

Também participaram da coletiva o diretor administrativo do Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS), Silvério Cardoso, e o superintendente de Polícia Civil do Baixo Amazonas, delegado Jamil Casseb.

De acordo com os médicos que participaram do atendimento a Euler, devido a gravidade do ferimento causado por uma arma de fogo, o policial precisou ser operado e apesar de se tratar de um procedimento delicado, o resultado foi considerado um "sucesso".

Após a cirurgia, ocorrida ainda no sábado, Euler permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ser reavaliado pela equipe médica.

"Ele teve um traumatismo craniano grave, teve convulsões e entrou em coma, mas após o exame de tomografia, ele foi preparado para o procedimento cirúrgico. No crânio era possível ver um orifício de entrada e saída do lado esquerdo da cabeça. O projétil não penetrou no cérebro, mas o impacto resultou em uma fratura no crânio, e havia perda de massa encefálica. Foram afundamentos, retirada de fragmentos ósseos, e controle do sangramento. Durante a cirurgia, a membrana que reveste o cérebro foi reconstruída", explicou o médico que realizou a cirurgia, João Palheta.


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