O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas enviou, nesta quarta-feira (04), quatro mergulhadores para auxiliar as operações de mergulho de resgate no Amapá, na área em que a embarcação Anna Karoline 3 naufragou, no último sábado (2). Os homens fazem parte do Pelotão Fluvial dos Bombeiros, especializado em localizar vítimas de acidentes aquáticos.

O balanço mais atualizado divulgado pelo Governo do Amapá, feito na noite de terça-feira, indica que foram resgatados 22 corpos do local do acidente. Destes, 13 já foram identificados; são 25 desaparecidos e 49 sobreviventes. Confira a lista com os nomes das vítimas.

Os quatro bombeiros militares do Amazonas desembarcaram hoje no estado do Amapá e irão permanecer colaborando com a operação até que as buscas sejam encerradas. A operação se concentra entre os municípios de Santana (AP) e Santarém (PA).

O comandante geral do Corpo de Bombeiros do Amazonas, coronel Danízio Valente, frisou que o efetivo foi solicitado pelo Governo do Amapá, uma vez que o Amazonas dispõe de equipamentos especializados para este tipo de operação. Além de ter qualificação profissional, os bombeiros mergulhadores utilizam nas missões cintos com lastros, máscaras, lanternas, faca, capuz de mergulho, botas, luvas e nadadeiras.

“O comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá entrou em contato comigo ontem (03/03) à noite, solicitando equipe e equipamento de mergulho para atuar, juntamente com os mergulhadores dele e dos mergulhadores dos Bombeiros do Pará, na situação do naufrágio da embarcação. Logo o governador do Amapá entrou em contato com o governador do Amazonas, Wilson Lima, que disponibilizou os mergulhadores”, pontuou coronel Danízio Valente.

Sobre o Pelotão Fluvial: Composto por 16 bombeiros mergulhadores, o pelotão de elite atendeu a 106 ocorrências de resgate de pessoas em rios e igarapés do estado, no ano passado. Deste total, 64 foram de resgate de corpos. A equipe também atua em casos de resgate de objetos ou animais. Mais de 60% dos casos foram registrados em Manaus.

Segundo o comandante do Pelotão Fluvial, o subtenente José Fernando Liberato, os mergulhadores só podem atuar em conjunto, em uma quantidade mínima de quatro bombeiros. Por isso, quando há ocorrências no interior, efetivo da capital é encaminhado para apoio. Além de Manaus, há bombeiros mergulhadores em Parintins, Manacapuru e Presidente Figueiredo.

O treinamento para formação de um mergulhador ocorre fora do Amazonas. Uma seleção é realizada, e os classificados são encaminhados para o treinamento de pouco mais de um mês. Segundo Liberato, o curso é rigoroso, e muitos profissionais desistem antes de concluí-lo.


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