O cyberbullying é a violência realizada com o uso de tecnologias da informação em ambientes digitais. Assim como o bullying, que acontece de forma presencial, essa prática tem como intuito ofender, humilhar ou ainda envergonhar e intimidar a vítima da ação. E de acordo com dados do instituto Ipsos, até 2018, o Brasil aparecia em segundo lugar no ranking de países com maior número de casos de cyberbullying, ficando atrás apenas da Índia. Seja presencial ou virtual, essas duas práticas de intimidação e perseguição andam lado a lado, e podem ter impacto na autoestima, autoconfiança e até mesmo na segurança das vítimas, e estão previstas em lei com penas variadas, que vão de multas a reclusão. 

Em Itaituba, no sudoeste do Pará, um caso de cyberbullying foi registrado nos últimos dias do mês de agosto. A vítima foi a jovem Izabelly Leão dos Santos, de 20 anos, que foi ridicularizada nas redes sociais após participar de um concurso de beleza, ocorrido no dia 22 de agosto na praia do Paraná-Miry. 

A foto da jovem ao lado de outras candidatas do concurso foram compartilhadas em grupos de whatsapp, o que gerou uma onda de comentários preconceituosos. Entre eles a de um homem, que ainda não foi identificado, o qual ele relata em áudio: “Eu tô querendo acreditar que ela (Izabelly) está aí em cima (do palco) só como figurante mesmo, entendeu?! Ela é ajudante de palco. Alguma coisa do tipo”, diz o homem após ver as fotos da jovem participando do desfile.  O áudio também foi amplamente compartilhado por perfis no instagram e outros grupos de WhatsApp, transformando Izabelle em chacota.. Diante de toda essa ação vexatória, Izabelly foi convidada e acolhida por uma empresária de Itaituba e sua equipe que trabalha no ramo de cuidados de beleza e estética.
Danieli Sales, proprietária da franquia Cultura Cacheada de Itaituba, disse ao Giro, que como o próprio slogan diz, o cuidar das pessoas é o objetivo principal da empresa: “Cuidamos das pessoas, o cabelo é consequência”, frase usada pela empresa no slogan.

Izabelly não ficou entre as primeiras colocadas no concurso Garota Itaverão, mas recebeu todo o apoio da empresária com uma mudança radical de visual e também no look, assim recuperando sua autoestima, mesmo que parcialmente. “Estou me sentindo poderosa”, disse a jovem após receber todo o atendimento da equipe. Danieli explicou que a jovem ganhou um book de fotos, roupas novas, maquiagem, unhas, além de cabelo feito. “Tudo isso para fazer ela se sentir amada, se sentir acolhida. A equipe estava muito disposta e sentiu a dor que ela estava sentindo. Toda equipe se envolveu”, diz.
A jovem gravou um vídeo onde explica a gratificação em ser acolhida pela empresa e deixa um recado a todas as pessoas que sofrem com essa violência cruel chamada de cyberbullying, na qual as redes sociais veio a facilitar ainda mais a prática desse tipo de violência.



Fonte: Portal Giro


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